Uma vez um amigo meu…

14 07 2009

Bom pessoal, hoje vai começar uma série que pretendo postar toda a semana, essa série vai contar as historias de alguns amigos meus, ou amigos de amigos meus, mas claro tendo sempre a identidade deles sobre sigilo. Hoje vou dar inicio a série com uma história que envolve o meu ”amigo”, cerveja e mulher, ou melhor, ”A Mulher”.

Certa noite eu e meus amigos resolvemos ir à uma festa, aquela festa que tu sabes que sempre vai encontrar as mesmas pessoas de sempre, mas mesmo assim você vai, nem que seja só para comer, como muita gente faz. Mas nessa noite em especial, notei que um de meus amigos estava muito ansioso, com um perfume muito forte, e com um gel no cabelo digno de um malandro de gafieira carioca, mas eu pensei comigo – ele está assim porque vai sair, nada muito suspeito – até que ele falou:

– Nem sabe! Hoje ELA vai tá na festa.

Logo notei o porquê de tanto cuidado com a aparência, logo que ”ELA” era uma mulher que ele era apaixonado, mas há de ressaltar, ela não era uma mulher difícil de apaixonar-se, ”ELA” era uma mulher que encantava qualquer homem da ponta dos pés a até o seu último fio de cabelo, uma daquelas mulheres que quando passa na frente, faz uma obra do PAC atrasar por mais de 6 anos.

Ao chegarmos à festa, vi meu amigo muito tímido e inseguro. Fui até ele perguntar por que ele estava assim se a mulher da vida dele  esta logo ali e ele não fazia nada. Aí vi que ele tinha a ”síndrome da insegurança por ausência de álcool”. É sim, essa síndrome ataca as pessoas que só com o consumo de álcool conseguem ”chagar” em alguém. Mas logo pensei na solução. Fui até o garçom e pedi uma dose da bebida mais forte da festa, pensei melhor e resolvi pedir duas, por que sempre é melhor para mais do que para menos.

Cheguei com o ”remédio” para o meu amigo, e ele muito contrariado tomou. Logos após disso conheci o porquê da frase: ”A diferença de remédio para veneno, é a quantidade”. Bom vocês já devem imaginar, ele ficou bêbado!

Todo mundo sabe que bêbado sempre vê beleza onde não existe, ou onde ela está muito, mas muito bem escondida, e que toda mulher linda tem uma amiga que tem a ”beleza” muito bem escondida a sete chaves. Esse conjunto de fatores fizeram com que meu amigo em vez de chegar na mulher do seus sonhos, chegar na sua amiga, que era um pouco (redundância) acima do peso.

Isso fez com que eu e muita gente desse muita risada, já que o meu amigo errou a mulher dos seus sonhos e acertou na mulher dos seus pesadelos.

Diego Paz

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