Escrever é uma viagem

21 08 2009

“Tenho que escrever para o blog”, é o que penso durante meus afazeres. Tento pensar em um assunto rapidamente, mas nenhum decente me vem à cabeça. Começo a pensar no meu dia-a-dia, teria eu algo útil para escrever sobre ele? Se tiver, não estou lembrando no momento. Minha memória tem uma habilidade especial, que é falhar justamente quando eu mais preciso. Quando finalmente me vem uma idéia na cabeça, começo a escrevê-la. Quando aperto uma tecla, uma letra correspondente a ela aparece na tela. Seria mágica? É a tecnologia, concluo. Besteiras desse tipo me atormentam enquanto escrevo. Pensando em tecnologia, penso também em como seria estar digitando uma máquina de escrever. O barulho das teclas, a reposição manual da folha para digitar uma nova linha… E o que faria um jovem antigamente, para expor as suas idéias sem a internet (e sem um blog)? “Olha o Diário de Bordo, atualizado diariamente!” gritaria o vendedor no meio da rua? Não sei a resposta, porque meu pensamento muda para outra besteira, ou um assunto importante talvez. Penso então, de que adianta escrever para o blog? Outra pergunta sem resposta. Continuo digitando, até que, depois de certo tempo, surge um texto em minha frente. Depois de tantas besteiras pensadas, ele finalmente surgiu! Penso, por fim, na viagem que fiz em meus pensamentos enquanto escrevia. Entendo então, o porquê de eu gostar de escrever, mesmo que seja um texto ruim. “Escrever é uma viagem” concluo, satisfeito.

Bruno Flores

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