Nunca ninguém me perguntou “Por quê?”

28 04 2013
Sempre ouvi as pessoas concordarem ou discordarem umas das outras como uma naturalidade irritante.
O “sim” e o “não” sempre foram taxados, mas por incrível que pareça ao mesmo tempo sempre foram levados extremamente sério.
 
Eu não gosto disso, nunca gostei.
 
Uma vez eu me lembro que uma professora falou que acreditar em Deus era importante, eu olhei para os lados eu vi muitas cabecinhas concordarem, a grande maioria, e um ou outro, os que seriam taxados para o resto de sua vida escolar de “alunos problemas” discordarem; eu, com uma inocência, que muitas vezes era irritante eu sei, perguntei a professora:
 
– Por que?
Ela, ela não soube responder.
 
Hoje eu acho, somente acho, que ela não soube responder não porque não tinha a resposta ou porque não queria me responder, mas sim porque ela foi condicionada a um pensamento sim/não por toda sua vida, e quando foi forçada a encontrar outro caminho, não conseguiu.
Assim foi a forma que eu cresci, sempre perguntando “por quês?” para as pessoas, das mais variadas formas, no inicio da frase, no meio e as vezes no final. Isso nem sempre foi visto com bons olhos pelos questionados, acho que eu forçava eles a procurarem a “Rosa do Deserto” ( se não sabe o que é, procura nos aquivos do blog que eu escrevi sobre ela no passado) o que é bastante desgastante para quem está acostumado a andar em uma “free way” todos os dias.
 
Existe 3 formas de pensar: o positivo, negativo e o interessante. Os “Por quês?” te fazem procurar o interessante, o interessante da vida, aquilo que te faz viver e ser feliz.
 
 
Os amigos que também escrevem aqui no blog com certeza que sabem do que eu estou falando.
 
 
Bom, tudo isso que eu escrevi foi só para provocar, assim como tudo que escrevo.
Estamos passando por uma faze socialmente e naturalmente irritante, onde o “sim” e o “não” estão sempre presentes; então convido os leitores para pelo menos questionar alguém por dia, vamos tentar encontrar a parcela interessante que falta para sermos felizes.
 
Fico aqui esperando “Por quês?”.
 
 
                                                                                                                     Diego Paz
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