Tirando as teias e dando uma varrida na casa

9 01 2013

Muito tempo, é verdade, e quem diria, há 5 anos atrás seria o ano em que nasceria o Blog Diário de Bordo. Diego Paz, Bruno Flores e Lucas da Rosa ainda no colégio com ideias de uma página para explorar assuntos do cotidiano, ou não. Com mentes trabalhantes textos dos mais diversos saiam para tentar suprir essa necessidade de manterem-se impassíveis diante do que os rodeia.

Porém, cada ser humano tem suas necessidades e vida pessoal. Problemas e a vida para resolver e, por um movimento do destino, os artigos deste Blog (e escrevo Blog com inicial maiúscula pelo apreço que tenho por este local) pararam de ser escritos. Com postagens casuais e sem compromisso vieram à tona em algumas ocasiões.

Agora já cursando, ou encaminhados a diferentes áreas do Ensino Superior, esses jovens resolveram reatar ser compromisso de não se manterem calados diante do mundo, não necessariamente com polêmicas ou atualidades, mas simplesmente com o que julgarem necessário ser dito. Como um amigo de confiança, ou como o próprio nome diz, o Diário será levado novamente à Bordo desta trilha sob o desconhecido que cada um traça a cada novo dia.

O Blog Diário de Bordo dá as boas vindas a 2013 e aguarda ansioso pelas próximas postagens. Até breve!

Equipe Blog Diário de Bordo

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Parabéns para quem?

29 09 2010

Aniversário. Afinal, o que é o aniversário? Por que todos os presentes? Por que todas parabenizações? Por que a festa, a pizza, o churrasco e bebida? Merece-se no máximo os parabéns por estar vivo até tal momento, pois nascer não é escolha para ninguém. Você estava em um lugar tranquilo e sem problemas, apenas comendo, dormindo e talvez brincando de dar socos e ponta pés naquelas estranhas paredes que tinha a volta.

Eis que então você se vê sendo puxado pelas mãos de um estranho, e saindo daquele lugar maravilhoso e protegido, aparece em um lugar estranho, frio, claro de mais. Além de tudo isso cortam sua fonte de alimento. As grosseiras na sua vida começam por aí. Aí enrolam-no em um pano e colocam na parte superior do lugar onde antes você estava dentro. É como estar pelado em um quarto com ar condicionado e sair para o vento frio no terraço de casa apenas coberto por um lençol.

Ninguém falou que seria fácil. E daí pra frente a coisa só piora. Tem que começar a andar sozinho, comer sozinho e até mesmo ir ao banheiro sozinho [o que é uma tarefa nada fácil até pegar o jeito, aliás, conheço algumas pessoas que não pegaram o jeito até hoje. Escola, trabalho, aniversário da tia gorda da namorada e outras atividades mais são o que realmente fazem uma pessoa merecer os parabéns após ter passado por elas, porque essas sim envolvem empenho, tempo, dinheiro e paciência. Principalmente paciência.

Quem deveria ser parabenizado por aniversários são os pais, que há x anos criam seus filhos e aguentam esses pedindo dinheiro todo final de semana para irem para algum lugar que os mesmos pais não sabem onde é, e que por mais que saibam, sabem que os filhos nunca vão para esses lugares, justamente porque os pais sabem onde é.

Fazem isso há anos. Há realmente muitos anos. Fico me perguntando quem foi o primeiro a fazer isso. Será que foi em uma caverna, quando nasceu um primatinha e todos os peludos locais ficaram felizes que teriam mais companhia naquele período escasso de gente? Se for assim, deve-se ficar triste a cada nascimento, visto que o planeta está cada vez mais cheio.

As pessoas (e especialmente os brasileiros) são pragas que não podem ver algo novo que já resolvem enfiar seus narizes para deixarem as coisas do seu jeito. Foi assim desde o começo, tirando as áreas dos outros animais e botando suas cabanas de palha de pé, e é assim até hoje, quando continuamos esse processo só trocando as cabanas de palha por fábricas e indústrias de cosméticos.

Mas o parabéns… Ele não faz muito sentido, mesmo. Acredito que inventaram isso só pra não dar o presente sem falar nada, oque seria muito grosso da parte de quem entrega. Falar um simples “Toma” e ir direto para os salgadinhos não torna o dia do aniversariante especial, por mais realmente não seja um dia especial.

No final, fazer aniversário é simplesmente lembrar que uma hora o Dona Morte vem. Tarda, mas não falha. E fazer festa para lembrar que um dia se morre e que lá não tem festas tão boas quanto aqui é um bom motivo para fazer uma boa festa por aqui mesmo. Com coisas bastantes estranhas como velas para serem assopradas e strippers saindo de dentro de bolos, as festas de aniversário são e sempre serão uma surpresa tanto para o homenageado, quanto para seus participantes, que verão coisas que nem em seus sonhos esperavam ver das pessoas que estão lá e muitas vezes de pessoas que nunca viram na vida e provavelmente nunca mais verão que só deram uma passadinha ali de furo para comer alguma coisa.

Lucas da Rosa





A bolha

2 09 2010

O sistema é algo tão complexo que não exclui ninguém. Não exclui ninguém, porque precisa de vidas para manipular e para existir. Tal sistema usa a fraqueza do ser humano que diz respeito a sua necessidade de se relacionar, e sua fraqueza de espírito, permitindo que as pessoas, de mente aberta, recebam informações saturadas e valores falsos, que servem apenas para suprir as ambições de quem manipula. Acham ótimo sentar em um sofá e assistir a novelas, seriados e até mesmo jornais, mas não percebem que suas mentes cada vez mais perdem autonomia, enquanto suas crenças são substituídas por aquelas que querem que tenham.

A falta de visão e senso crítico faz com que as pessoas apenas aceitem o que veem, sem se importar com aquilo que realmente é importante. Essa fraqueza faz com que as pessoas vivam em “bolhas”, com visão limitada ao que a televisão e os meios de comunicação mostram. Não é uma questão de enxergar nas entrelinhas, mas é uma questão de ver o mundo na sua verdadeira forma, como ele realmente é.

Até mesmo aqueles que acham ter visão de mundo, não conseguem escapar dessa teia que prende cada um. Ver os problemas dos outros e se achar superior por não estar passando por tais conflitos, é ser tão inferior, ou mais, do que aquele com empecilhos. Ninguém é diferente de fato. O que torna as pessoas particulares é o fato de terem acordado para a realidade, nem que seja um pouco, ou não.

Lucas da Rosa





Ligeira aparição

16 05 2010

Aqui estmaos novamente, então… Olá.
Antes de tudo, gostaria de dizer que isso não significa a volta do blog, mas pelo menos assim ele não é desativado. Nem adianta reclamarem, isso aqui não é acessado mesmo. Por mais que digam que sim, é mentira. É acessado no máximo por umas 6 pessoas no máximo. Bem, venho hoje falar-lhes sobre um assunto quelquer que me veio na cabeça agora. Então vejamos… Falemos de… games? Não, games é algo que as pessoas não gostam muito, apesar de ser algo que considero pessoalmente (olha a redundância aí gente!) muito legal.

Falemos sobre o que vem acontecendo no mundo, então. Algo realmente interessante. Tá, eu sei que o mundo de hoje não é algo tão interessante, mas depende do ponto de vista. Para quem está bem de vida, lucrando e fazrndo o que gosta, o mundo de hoje é algo muito interessante. Você vê a fome, mas o que te importa? Você tem a comida no seu prato, e é isso que importa. Tem gente se combertas na rua passando frio? E daí? Você tem sua cama quentinha. Dane-se quem está na rua. “Eles estão lá porque eles querem.” Acreditando ou não, eu já ouvi essa frase. Para quem tem sua vida direitinha não seria lucro que as pessoas de baixo emergissem, pois seria tocado nas suas posses e provavelmente mudaria a atual realidade delas. É realmente um pensamento meio Marxista, mas a camada mais abaixo da sociedade só ascenderá quando todos se unirem. Certamente existem pessoas de outras camadas que se importam com as outras, mas por motivos governamentais e corporativos não falarei. Nessas pessoas devem ser depositadas esperançar e dar assistência. Ainda existe gente boa no mundo, acreditando ou não.

Para um postzinho está de bom tamanho. Agora saiam do computador e vão ler um livro.

Lucas da Rosa





Praia/Canção beneficente

5 02 2010

Há muito tempo, numa galáxia muito distante… estávamos eu e meu irmão discutindo sobre a famosa canção “We are the world”, pensando como seria se ela fosse regravada com os artistas atuais. Bom, parece que teremos nossa resposta em breve. Devido aos terremotos que devastaram boa parte do Haiti, o produtor Quincy Jones decidiu fazer uma nova versão da música, que segundo notícias chamar-se-á “We Are The World – 25 For Haiti” e contará com a participação de aproximadamente 75 artistas (veja AQUI o vídeo antigo, e AQUI o making of da nova versão). Esta versão servirá para arrecadar dinheiro e ajudar ao país necessitado. O interessante é ver que ainda existem pessoas preocupadas com as outras no mundo. Os artistas podiam simplesmente ignorar o fato de milhões de pessoas estarem morrendo por conta do terremoto, mas eles decidiram se unir para criar uma “canção beneficente” e ajudar as pessoas. Algo interessante, e que levanta uma questão: Quem fará parte dos artistas escolhidos? Estou ansioso para ver.

Deixando a notícia de lado, comentarei sobre a praia (para qual eu viajei, como falei no meu último post). Pela primeira vez eu tive a sensação que não era a minha presença que causava chuvas, uma vez que não choveu quase nunca, e quando choveu não atrapalhou em nada. O mar não estava super gelado, como no ano passado, e deu para aproveitar bastante. Fora isso, enquanto na colônia de férias que ficamos, tínhamos que driblar o tédio de uma forma ou outra, jogando conversa fora, dormindo ou até jogando jogos de cartas (dos quais enjoamos a ponto de não falar deles nos últimos dias). Também tomei tererê a ponto de enjoar (que pra quem não sabe é um “chimarrão” gelado, mas com erva própria e suco). Na volta, saturamos os cérebros com notícias do repórter Batista que desmaiou com as altas temperaturas, que estão muito altas mesmo. E por fim, estou de volta, escrevendo esse texto que já era pra ter sido escrito há muito tempo. Meus agradecimentos ao Saldanha que segurou o blog até eu voltar. E não, sem câmbio e desligo dessa vez.

Bruno Flores





Testículo feito em poucos 10 min

30 01 2010

Pouco tempo e muito a dizer

O que somos capazes de escrever em 10 minutos? No meu caso, quantas críticas sou capaz de fazer nesse tempo seria a indagação mais correta a ser feita. Mas talvez esse seja um dos maiores problemas da atualidade: a falta de assunto, pois a nossa “querida” mídia já sabe disso, mas se faz parecer que não, sendo que a cada dia que passa, vemos os meios de comunicação empurrando cada vez mais conteúdo saturado para entupir a cabeça das pessoas que os dão audiência.

Não me admira cada vez mais os jovens se tornarem mais rebeldes e desobedientes, sendo que na maioria dos casos rebeldia e desobediência são as únicas coisas com que eles têm visto seja em novelas ou em filmes.

Como resolver? Pode parecer meio radical (e é de certa forma), mas os pais deveriam controlar mais o conteúdo acessados por seus dependentes, ou pelo menos que estejam juntos para dizerem que aquilo não é correto, afinal, a figura dos pais está cada vez mais distante das crianças e jovens em formação. Com o consumismo enlouquecido dos dias atuais pode soar estranho, mas as vezes é mais importante passar um tempo com essa nova geração e tentar entendê-los, do que trabalhar horas a mais para comprá-los  com um par de tênis ou uma roupa da moda.

Obs: Peço desculpas pela superficialidade no assunto, mas a proposta era escrever em 10 minutos, e nesse caso foi isso que saiu. Afinal a mão é algo muito lento, pois ela não consegue escrever na mesma velocidade com que os pensamentos vêm.

Lucas da Rosa





Nem tudo é tão ruim que não possa piorar

24 01 2010

A nossa vida é rodeada de formalidades. Por favor, obrigado, com licença, e tantas outras normas nos foram impostas para que possamos ter uma boa relação com quem está a nossa volta. Mas será que é isso mesmo que queremos dizer? Por que simplesmente não expressamos o que estamos pensando e tornamos as nossas vidas no mínimo mais sinceras?

Já percebeu que o dia em que você está com mais pressa que o normal, é quando põe os malditos caixas em treinamento no mercado? Não que eles não possam estar em treinamento, mas tinha logo que ser naquela hora?!  Só pode ser ironia, pois quando eles vem que você está puto mesmo, eles perguntam “Encontrou tudo que procurava?”. Enquanto você está louco pra dizer “Até a vaca da sua mãe no açougue!”, você diz um singelo “Sim” com um sorriso sarcástico no rosto. Sem falar no fato dele não saber o código de no mínimo três dos seus produtos, então ele chama sua superior que acredito que estava diante do trono no banheiro, pelo tempo de demora até o pedido do caixa, o que toma cerca de cinco minutos (cada produto). Então quando já está tudo passado, a nota pronta para sem impressa, você com tudo ensacolado e com o dinheiro na mão pronto para pagar e cair fora daquele lugar, ele ainda tem a audácia de perguntar “Mais alguma coisa?”. Por acaso ele não viu que você está com pressa? Não, isso é sarcasmo do maldito caixa que quer ferrar a sua vida. Em vem de mandar o caixa para lugares pouco casuais, você diz um calmo “Não”, pega suas compras e vai para seu carro, onde sai meio apressado para assistir um filme novo que você deixou baixando pelo Torrent em casa.

Definitivamente o mundo está contra você. Das cinco sinaleiras que tem da sua casa até o mercado, quatro estavam fechadas e uma quebrada, onde tinha um guarda de trânsito que parava os carros para deixar atravessar qualquer pessoa que estivesse a no mínimo vinte metros dele. É claro que você está com pressa. Muita pressa. Mas não é por isso que você vai correr no trânsito, afinal, você que ir pra casa, não para o hospital. E quando você está pronto para chegar em casa e estacionar o seu carro o que você vê? Exatamente. Um maldito Uno branco na sua vaga. Mas como isso é possível? De onde saiu aquela porcaria branca sobre quatro rodas? Quem é dono desse troço? Por acaso ele não viu o número do seu apartamento bem grande em frente à sua vaga? E após uns cinco minutos de especulação, vem um sujeitinho descendo as escadas com uma cara deslavada argumentando “Desculpa aí, eu só vim rapidinho entregar um pacote para o seu vizinho deporta, e ele falou que não tinha problema de deixar o carro na sua vaga um pouquinho”. Você está louco para dizer umas verdades para aquele vagabundo do Uno, mas para evitar uma troca de palavras, ou até uma de socos, você diz apenas um “Tudo bem”, para que o sujeito tome seu rumo de uma vez.

Ao chegar ao seu apartamento com suas compras, no momento em que fecha a porta seu vizinho toca a campainha. Apesar de todas as formalidades existentes, vizinho é o único ser que não respeita nenhuma delas. Então ele vem com a maior das histórias do mundo para pedir uma xícara de açúcar emprestada. Não seria problema nenhum, se ele não fizesse isso toda semana e nunca devolvendo o que pedia “emprestado”. Enquanto você está pronto para dizer “Quer açúcar? Tem no mesmo lugar onde eu comprei. E da próxima vez que ficar com música alta até as três horas da madrugada, eu vou te enfiar a mão na fuça!”, você respira e diz “Pode pegar”, para que aquilo não se estenda por muito tempo. E após o incomodo ter voltado para sua casa, e as devidas compras guardadas, você vai até o seu computador e vê que seu filme está em 96%, e que a sua internet caiu. Nesse momento, o que já era um dia ruim, tinha tornado-se dez vezes pior.  O que fazer nessa hora além de xingar qualquer coisa que estiver por perto? Ligar para seu serviço de internet, é claro.

Esse eu diria que é o processo que é o verdadeiro teste de paciência. É o topo. Se você conseguir desligar o telefone ser ter aumentado seu tom de voz com quem está do outro lado da linha nem uma vez, você realmente é uma pessoa que tem controle sobre as suas emoções. E a jornada começa. O telefone “chora” por alguns instantes e a atendente eletrônica conversa com você, com aquele velho sistema de apertar números de acordo com a sua necessidade. Você como quer seu problema resolvido logo, e seu saco já está chegando ao fim, resolve falar com uma atendente de uma vez. Você não quer nada de mais, só quer saber por que a sua internet caiu, e quer que ela volte. E quer isso com praticidade e rapidez (o que todo mundo sonha), mas parece que a pessoa que está do outro lado não quer ajudar. Parece que eles querem ver você muito puto, e normalmente eles tem êxito nisso. Afinal, quem nunca ligou para sua rede de TV, internet ou banco? Ou se não aqueles malditos bancários que te ligam no momento mais indevido do dia para oferecer promoções que você já teria procurado se estivesse interessado. Enfim, você quer ver o seu filme e a pessoa do outro lado faz perguntas como se você fosse um chipanzé usando um computador. Ela faz perguntas do tipo “Você está vendo uma luzinha acesa na sua CPU?”. A resposta que você queria dar era “É claro que vejo luzinha aqui, alias, vejo várias luzinhas aqui, ou você acha que essa porra só tem uma luzinha pra tudo?”, mas o que você diz é mias um “Sim”. Afinal, por que esse atendente dos diabos subestima a pessoa atendida? Ele acha que só porque você ligou você depende das explicações nível maternal dele? Então você vê que em certas situações da vida, toda a boa educação e formalidades existentes não funcionam absolutamente para nada, só para prolongar o seu sofrimento. Quando tudo isso vem à sua cabeça, você já está uma pilha de nervos e larga um “Liga duma vez essa merda dessa internet e deixa eu ver a porra do filme que eu to baixando, seu filho duma…”. o Atendente muito compreensivo diz que vai ver o que pode fazer, e que em alguns minutos a internet voltará, e você sabe que isso não é verdade. Quando tudo parece encerrado você pede o nome do atendente, ele é obrigado a dar. “Odinei”. Pronto, agora você tem um trunfo, e esse cara sabe que você vai pentelhar ele até a morte se a sua internet não voltar.

Sua internet acabou de voltar, e seu filme estará com seu download completo em dez minutos. Tempo suficiente para você preparar uma pipoca, pegar um refrigerante gelado e arrumar a sua poltrona mais confortável para curtir a sua mais nova aquisição. Dez minutos se passam e você já está ansioso para ver o tão merecido filme. Depois de momentos difíceis durante o dia, você quer agora sentar e relaxar diante da tela curtindo toda aquela ação que um bom filme tem a oferecer. É uma conquista, afinal, é um filme que nem saiu nos cinemas ainda. Mas… Quando tudo parecia resolvido vem a surpresa. Seu filme veio com o áudio em russo. É, meu amigo… O que eu tenho a dizer sobre isso? A vida é uma verdadeira cretina. Esteja preparado para ela, pois dias piores virão. Pode acreditar.

Lucas da Rosa